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Cracker Blues e Tomada ‘arrebentam’ no CCSP!

 

Depois da ótima apresentação de Baranga e Carro Bomba, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) realizou dias 16 e 17 de julho o programa Sintonia do Rock. E no domingo, 17, o palco foi de Cracker Blues e Tomada. Não tão numeroso como o de sábado, um público bacana compareceu para conferir as duas bandas em ação.

A primeira banda foi a Cracker Blues, formada por Paulo Coruja (vocal e gaita), Paulo Krüger (baixo), Marcelo "Marceleza Bottleneck" (guitarra slide), Jefferson "Gaúcho do Trovão" (bateria) e as belíssimas backing vocals Fernanda Tizano e Larissa Di Nardo. Com seu Southern Rock de primeira, soltaram Bolero Maldito e aí aquele clima Country tomou conta da Sala Adoniran Barbosa, com Whisky Cabrón e Tinhoso.

A banda competentíssima, permitiu que as backing vocals brilhassem. Em alguns momentos boa parte do público ficou perdida, sem saber a que dava mais atenção: aos músicos ou às competentes e lindas cantoras, que dançavam sorrindo o tempo todo. Marceleza pareceu o Stevie Ray Vaughan reencarnado, mandou muito bem com seu slide guitar; Gaúcho foi um monstro nas baquetas e Coruja comandou o show, enquanto o telão apresentava imagens do Cracker lembrando um filme western.

Voltando ao show, os caras tocaram Que o diabo lhe carregue e anunciaram uma faixa nova chamada Jaula Enferrujada. Aliás, essa vai virar clipe, como que tocaram em seguida, Velha Tatuagem. Essa virou clássico, com o bom refrão: "eu tatuei o nome dela no meu braço / eu tatuei até não me sobrar espaço / aquela vaca me trocou por outro macho / no nome dela eu tatuei piranha embaixo".

O Cracker fechou sua apresentação com a estradeira Nascido em São Paulo, para dar lugar ao Tomada. Enquanto isso, os roadies arrumavam os equipamentos para que os integrantes começassem a sua parte.

Formado por Ricardo Alpendre (vocal), Marcelo "Pepe" Bueno (baixo), Márcio Luiz Gonçalves (guitarra), Lennon Fernandez (guitarra e teclado) e Alexandre Marciano (bateria), o Tomada ligou a sala com Como eu sou e Ela não tem medo. A banda tocou todas as músicas do seu novo CD Inevitável, como Catarina, Blá Blá Blá Blá Blá Blá, Billy O Esquisito e a faixa-título. Em alguns momentos, o Tomada tocou DC3 com direito a piano de cauda.

Ricardo Alpendre canta muito. Pepe parece que saiu de um túnel do tempo, pois seu visual setentista é marca registrada. Márcio e Lennon revezavam solos e licks e o Alexandre socava seu kit. O show estava no fim quando soltaram Minha Diva. O local, em seguida foi descaracterizado para uma apresentação teatral, mas o que podemos dizer é que as duas noites foram um grande espetáculo regado a muito rock and roll.

Esperamos que as secretarias municipal e estadual de Cultura invistam mais em shows nacionais como esse, em época de maratona de apresentações gringas.

Por Rodrigo Noé de Souza


Shes got (The Jack)!

Elas desafiavam todos os limites do Rock 'N Roll. Numa época em que o Punk nascia, Joan Jett (Kristen Stewart) e Cherrie Currie (Dakota Fanning) criaram The Runaways.

The Runaways - Garotas do Rock retrata a trajetória meteórica e cheia de fumaça da pioneira do Rock Calcinha, em que o som pesado e sujo era feito por machos frouxos.

Kristen abandonou, por pouco tempo, aquela imagem da Bela do Crepúsculo e incorporou a Joan Jett, que assumiu a produção deste longa.

O que vcs verão é um apanhado de sexo (reparem como elas são depravadas!), drogas e muito Rock 'N Roll.

Eu amo Rock 'n Roll e adorei esse filme!

O título aqui é Doce Vingança. Mas esse aí é fudido!

Um filme perturbador, doentio, aterrorizador! Uma escritora estuprada no meio da floresta e se vingando de cinco tarados sangrentos é Gore!




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Rodrigo Souza Mlh

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