Esporro Público 2018 - #RIPLemmy - UOL Blog

Desde criança sempre gostei de parques de diversões. no meu bairro, sempre vinham um caminhão com um monte de brinquedos que se encontravam em uma praça, atrás da minha ksa. Roda gigante, carrossel, barracas de tiro ao alvo, trenzinho para as crianças andarem nele. Até mesmo montaram circo nesse mesmo lugar. Hoje, os tempos parecem que não são mais os mesmos. Já não existem mais parques, nem circos, nem diversões...

Nem mesmo quero ir ao Playcenter, por um motivo peculiar: numa excursão da escola, fiquei mais de uma hora no estacionamento para procurar o busão da escola, depois que encontrei, enfrentei uma enxurrada de insultos, zoações, risadas sádicas... Chorei no caminho pra casa. Prometi que nunca mais iria no parque de novo.

Depois disso, vi notícias de jovens e crianças morrerem em parques de diversões. Recentemente, uma adolescente de 14 anos saiu do Japão para passar férias no Brasil. Resolveu ir ao Hopi Hari, para a partir daí o destino aparecer. Gabriela Nichimura caiu de uma altura de aproximadamente 10 metros ,quando estava no Tour Eiffel. Possívelmente, a barra onde segurava na cadeira se soltou e ela foi arremessada. Teve traumatismo craniano.

Eu, que sempre quis ir ao Hopi Hari, parece que meu sonho foi adiado. Ou devo dizer, cancelado e interditado.

Ontem acabou a festa do Oscar. Não foi dessa vez que o nosso país ganhou o homenzinho dourado. Os Muppets derrotaram Rio, e posso dizer que tá mais fácil o cúrintia ganhar a Libertadores do que ver o Brasil ganhar o Oscar.

O Artista e A Invenção de Hugo Cabret foram os campeões da noite, provando que, ás vezes, temos que dar um passo pra trás para ir em frente. Desde a criação do cinema, tivemos várias mudanças tecnológicas. Mas o que presenciamos nesses dois filmes foram uma singela homenagem às primeiras peças cinematográficas.

Minha maios surpresa foi a consagração de Meryl Streep, por sua atuação de A Dama de Ferro. Finalmente, ela faturou seu terceiro homenzinho, e quebrou seu jejum. Com certeza, ela estava sem dizer uma palavra, mas ela mereceu.




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Rodrigo Souza Mlh

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BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos, Música, Cinema e vídeo