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Klester Cavalcanti viajou para a Síria para cobrir a temida guerra sangrenta. Sua idéia era chegar a mais afetada: Homs. Quando chegou, sua vida virou um pesadelo que jamais irá esquecer.

Ele foi preso, torturado por não aceitar a aasinar um documento em árabe, depois foi transferido para a prisão onde conheceu três presos que também tiveram o mesmo destino.

Neste livro, Dias de Inferno na Síria, Klester se tornou o Sahafi. Durante sua jornada que mudaria sua vida, ele relata o porquê do país está sofrendo a mais grave crise, que resultou em muitas mortes (na maioria, inocentes), da ditadura implacável de Bashar al-Assad, da convivência do jornalista com os presos, cujos relatos são tão emocionantes que nem o próprio Klester conseguiu conter.

Caco Barcellos escreveu o prefácio do livro. Com certeza, esse livro merece vários prêmios para o Klester Cavalcanti, por suprtar o mais doloroso e sombrio pesadelo sírio.




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Rodrigo Souza Mlh

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